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A antiga Egitânia é um exemplo da civilização romana em Portugal

 

Tradução: Joana Semião.
IDANHA-A-VELHA (Portugal)

 

Nesta ocasião, vamos viajar até à pequena aldeia de Idanha-a Velha e visitar a povoação romana que os romanos chamaram de Egitânia, na altura, uma das mais importantes cidades do centro-leste de Portugal, no que é hoje a Beira Interior. Porque os nossos irmãos portugueses também têm um grande património arqueológico que nós da Extremadura devemos conhecer. Estes restos romanos foram encontrados, por um grupo de arqueólogos que efectuavam trabalhos de limpeza e escavação na muralha, perto da Sé Catedral de Idanha-a-Velha, explica o seu presidente, Armindo Jacinto, «representa uma grande presença da civilização romana na zona e para as Aldeias Históricas de Portugal».A descoberta foi o resultado de um extenso trabalho realizado entre as Universidade Nova de Lisboa e a Universidade Coimbra, em colaboração com o município de Idanha-a-Nova, “a primeira coisa que descobrimos foi uma secção de 10 metros de comprimento do muro e, mais tarde, apareceram os restos do portão, que tinha três metros de largura», diz Jacinto, que afirma que “as obras de construção e reforma duraram mais de dez séculos, desde o período romano até ao tempo dos Templários, entre os séculos XII e XIII. Foi um dos principais enclaves da cultura romana na Beira Interior portuguesa, também a capital do distrito com os romanos e a sede do bispado no período visigótico e um importante centro templário, já no século XII. No entanto, a sede episcopal foi transferida para a cidade da Guarda».

Os arqueólogos acreditam que foi o centro mais importante durante quase 1.200 anos entre o Tejo e o Douro no que é hoje a Beira Interior, com numerosos vestígios. Hoje estas peças são expostas ao público para contemplação. Este depósito arqueológico pode ser um dos mais importantes do nosso país irmão.Construído sobre as pedras da antiga Igaedis, capital da Civitas Igaeditanorum, preserva construções desse período romano, incluindo o Templo de Forum, possivelmente a Idanha-a-Velha de hoje. Há dois batistérios, uma muralha com mais de 800 metros de fachada, todos de grande valor histórico e arqueológico, «para a nossa história e para mostrar aos nossos visitantes», conclui o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, que aposta no turismo.

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